terça-feira, 21 de novembro de 2017

VEÍCULOS PARA A PM DE MATELÂNDIA


        A Companhia da Policia Militar de Matelândia, através do Capitão Volmir da Silva e toda a sua equipe recebeu inúmeras autoridades na manhã do dia 17 de novembro de 2017. Exatamente no dia em que o Capitão completou 1 ano de atividades em Matelândia. O motivo do encontro foi a entrega de um veiculo novo Toyota Etios Zero Km que foi uma conquista recebida do estado e a entrega de uma Amarok para a Rotam que foi totalmente reformada com apoio das Associações Comerciais da comarca e da mão de obra da Prefeitura de Matelândia. Para o vice Prefeito Enio de Oliveira que no momento representa o prefeito Rineu "Estamos sempre preocupados em dar o melhor de segurança para a população e a vinda desta viatura e a reforma da Amarok veio tranquilizar um pouco mais".


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

IVONE FERREIRA É A FELIZARDA DO SORTEIO DA LAND ROVER

    Noite de benção na família de dona Ivone Wandroski Ferreira esposa do Anildo, que adquiriu 16 numeros do projeto Nemias da Igreja AD Madureira de Matelândia em prol a construção do novo templo onde concorria  um Land Rover 2008. O sorteio e entrega do veiculo foi feita pelo pastor Gilmar Camargo e a missionária Lenir  após sair o ganhador..








sexta-feira, 10 de novembro de 2017

AMOP:R Jornalistas e líderes cooperativistas serão homenageados nesta sexta em Cascavel

Rineu Menoncin Presidente da Amop

          O salão social do Tuiuti Esporte Clube, de Cascavel, recebe na noite desta sexta-feira (10), a partir das 20h, convidados de todo o Estado para o evento que encerra a programação festiva da Amop (Associação dos Municípios do Oeste do Paraná) de 2017. Trata-se da entrega do título de Cidadão Honorário do Oeste do Paraná aos presidentes das seis maiores cooperativas agropecuárias da região Oeste e do Prêmio Amop de Jornalismo. 
Receberão o título de Cidadãos Honorários do Oeste os líderes cooperativistas Alfredo Lang, presidente da C.Vale, de Palotina; Dilvo Grolli, presidente da Coopavel, de Cascavel; Irineo da Costa Rodrigues, presidente da Lar, de Medianeira; Ricardo Chapla, presidente da Copagril, de Marechal Cândido Rondon; Valter Pitol, presidente da Copacol, de Cafelândia e Valter Vanzella, presidente da Frimesa, de Medianeira. 
              O Presidente da Amop prefeito de Matelândia Rineu Menoncin e sua diretoria estarão recepcionando os convidados de toda a região
Já o Prêmio Amop de Jornalismo será entregue aos finalistas de cinco categorias que fizeram reportagens com o tema Agronegócio, ao longo de 2017. As categorias são Rádio, Televisão, Impresso, Fotografia e Web. O julgamento dos trabalhos foi feito por coordenadores do curso de jornalismo e assessores de imprensa de faculdades e universidades da região Oeste. 
Após a premiação, será realizado jantar-baile com animação da Banda Hora Nacional. A iniciativa é da Amop, com apoio da Itaipu Binacional. Mais informações pelo telefone (45) 3326-8544. 

JOVEM DECAPITADO NA REBELIÃO É DE MATELÂNDIA

Tiago Gomes de Souza de Matelândia foi morto no início da noite desta quinta-feira (9) durante uma rebelião na Penitenciária Estadual de Cascavel (PEC), no oeste do Paraná, segundo a Polícia Militar (PM). A polícia informou que o homem foi decapitado por outros presos.
A Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp) diz que informações preliminares apontam para uma possível briga entre facções. Os nomes delas não foram divulgados até a última atualização desta reportagem.
A rebelião começou durante a tarde. Pelo menos três agentes foram feitos reféns, segundo o Departamento Penitenciário (Depen). A Sesp informou também que não foi feita qualquer exigência por parte dos presos.
Por volta das 18h, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que um dos reféns foi liberado. O homem sofreu ferimentos na cabeça e foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Veneza.
Não há informações de outros feridos.
Segundo a Sesp, a PEC foi projetada para receber 1.160 presos. O local não sofre com superlotação, pois conforme os dados oficiais abriga 980 presos.
Equipes do Setor de Operações Especiais (SOE) foram até a penitenciária para negociar com a liderança dos presos, informou a Sesp.
O Sindicato dos Agentes Penitenciários informou que a rebelião começou no solário da penitenciária. De acordo com o sindicato, os presos que estavam no local escalaram a parede e acessaram o telhado.

Protesto

Parentes de presos que estão na Penitenciária Estadual de Cascavel, no oeste do Paraná, fecharam a BR-277. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o ato começou por volta das 19h . O grupo pede que as autoridades forneçam notícias sobre as condições dos detentos.
Conforme a PRF, pelo menos 40 pessoas participaram do protesto. A fila para os motoristas chegou a 4 quilômetros, no sentido Curitiba e 2 quilômetros para quem segue em direção a Foz do Iguaçu. A pista foi liberada por volta das 21h.
De acordo com a PM, homem foi morto por outros presos
De acordo com a PM, homem foi morto por outros presos (Foto: Roberto Porto/RPC Cascavel)

Outra rebelião

Em 2014, outra rebelião na mesma unidade deixou ao menos cinco presos mortos e 27 feridos. O motim foi encerrado após 45 horas. Na ocasião, cerca de 80% da estrutura da penitenciária foi destruída pelos presos.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Lago de Salto Caxias: Cerimônia de assinatura do novo plano diretor ambiental será nesta quinta



Na próxima quinta-feira, dia 09, o município de Boa Vista da Aparecida receberá a visita do chefe da Casa Civil do Estado do Paraná, Valdir Rossoni e o presidente do IAP (Instituto Ambiental do Paraná) Luiz Tarcísio Mossato Pinto. Na oportunidade, será realizada a cerimônia de assinatura da portaria que altera o zoneamento do plano diretor ambiental de conservação e uso do reservatório do entorno da Usina Hidrelétrica Governador José Richa (Usina de Salto Caxias).
 
Chefe da Casa Civil Valdir Rossoni será recebido
pelo Prefeito de Boa V. Apª. Leonir dos Santos
O presidente do Consórcio ProCaxias, prefeito de Boa Vista da Aparecida, Leonir dos Santos, disse que é mais um avanço no crescimento e desenvolvimento da região dos lagos e essa conquista demonstra a dedicação, empenho, profissionalismo e a força de união do grupo. "Na próxima sexta-feira estaremos dando mais um passo e avançando no crescimento de nossa região. Essa alteração no plano diretor ambiental da região dos lagos nos proporcionará uma maior área aproveitável, o que alavancará o turismo, o lazer e a economia dos municípios", disse o presidente. 
 
A equipe técnica do ProCaxias e também engenheiros ambientais, técnicos e entidades vem trabalhando desde o início do ano nas alterações e melhorias no plano diretor ambiental. 

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Elias Teófilo visita Matelândia

Visita ilustre do cantor e pregador Elias Téofilo da cidade de Foz do Iguaçu.

Trágico Fim

Jair Souza, cometeu suicídio em Serranópolis do Iguaçu, pai de dois filhos, casado com Angelita filha do ex vereador Selvino Scarparo.

OSMAR DIAS - Entrevista

Em entrevista aos jornais da Associação dos Diários do Interior (ADI Paraná), o ex-senador Osmar Dias reafirma sua pré-candidatura ao governo do Paraná em 2018 e diz que a sua prioridade no momento é finalização do plano de governo que irá apresentar no próximo ano. “Irei apresentar um plano que obedeça as vocações regionais através de um zoneamento das necessidades e aptidões de cada região do Paraná”. Osmar também falou sobre o panorama político.

A entrevista completa pode ser conferida abaixo.

Por que o senhor resolveu voltar à política, depois de quase sete anos afastado, sem disputar eleições?

O.D - Eu fiquei 6, 7 anos afastado e pensei em voltar para dar a minha contribuição. Estou preparado, aliás, já estava preparado em 2006 e em 2010. A população fez outra escolha, eu aceitei e respeitei, mas continuei me preparando e trabalhando de forma séria. Quando convidado para a vice-presidência do Banco do Brasil fui exercer um cargo técnico e desempenhei fazendo bem feito, como sempre fiz em toda função que exerci. Não fui exercer um cargo político e sim um cargo técnico. Quando cheguei, o crédito para a agricultura brasileira no Banco do Brasil era de R$ 70 bilhões, quando saí deixei com R$ 180 bilhões para os agricultores brasileiros, com vários programas novos que estão permitindo que a agricultura e o agronegócio sejam o salvador da pátria neste momento. Se as pessoas de bem não se unirem neste momento, o país aí sim não terá jeito.

Qual a sua principal motivação para ser candidato ao governo?

O.D - É a vontade de querer implantar um modelo ousado de gestão para impulsionar a economia do Paraná e, consequentemente, criar milhares de novos postos de trabalho no campo e na cidade. Me preparei para ser governador e estou pronto para governar o Paraná com seriedade, respeito e muito trabalho. A população exige moralidade na administração do dinheiro público e clama por mudanças, mas sem aventuras.

Nossa prioridade absoluta é a finalização do plano de governo que iremos apresentar no próximo ano, obedecendo as vocações regionais através de um zoneamento das necessidades e aptidões de cada região.

O senhor fica no PDT ou pretender trocar de partido? Já está descartada a possibilidade de que o senhor integre o Podemos, do seu irmão Álvaro Dias?

O.D - Não descarto esta possibilidade, até porque estamos conversando a respeito dela. Porém não vejo possibilidades neste momento de fazer qualquer mudança de partido sem ter um cenário mais claro do que significará lá na frente o projeto do Podemos a nível nacional. Como o Álvaro disse, vamos aguardar as alianças no estado para definir nossos apoios. Vamos aguardar os projetos do Podemos para definirmos o nosso rumo.

Eu não cogito sair do PDT neste momento porque não vejo razão para isso. Estou no partido há 16 anos, sou presidente estadual e tenho muitos companheiros que me acompanham nessa jornada política. E creio que mais importante é construir um projeto de governo para o estado do Paraná do que pensarmos em mudanças partidárias, já que hoje todos os partidos são iguais, não há nenhum que possa dizer que está na vanguarda ou agradando a população. 

Como fazer política num ambiente como este, de descrédito dos políticos?

O.D - Quando a população mistura todos os políticos e crê que nenhum presta, só beneficia aqueles que realmente não prestam, só ajuda os que não têm caráter, não têm moral, não têm ética. Com isso, só vão prosperar aqueles que têm um comportamento que tem levado a população a condenar todos os políticos. 

Um dos méritos da Operação Lava Jato foi mostrar os dois lados da corrupção, um câncer que ataca da mesma forma quem dá e quem recebe o dinheiro. Não se pode dizer que o crime de corrupção seja mais grave para quem recebe o dinheiro do que para quem o dá. Acho que vai ser preciso separar o joio do trigo. A sociedade só vai melhorar quando tivermos uma classe política com ética e princípios que a gente recebeu em casa, os valores da família. Não dá pra continuar acreditando que a política é um lugar para quem não presta.

O senhor tem alguma preocupação que o fato de ter trabalhado no Banco do Brasil, no governo Dilma, possa ser explorado por seus adversários negativamente?

O.D - Poderia ter preocupação também se o governo fosse do Aécio Neves. O que me desabona ter ocupado um cargo técnico no governo Dilma? Eu ocupei um cargo no Banco do Brasil que é uma empresa que tem mais de 300 anos, respeitada, que tem uma governança séria e faz um trabalho excepcional, principalmente na área de agronegócio, a qual assumi e também a área de micro e pequenas empresas. Me orgulho de ter feito lá um trabalho que criou, por exemplo, um programa de armazenagem. Temos no país um déficit de 60 milhões de toneladas. Só com o programa que criei no BB, já cobrimos 20 milhões de toneladas de déficit.

Criei também o “Inovagro” que financia inovação tecnológica, o “ABC” que é uma agricultura de baixo carbono que pensa também no meio ambiente. Coisas que fiz quando fui secretário da agricultura há 30 anos no Paraná. 

O fato de eu ter participado do governo Dilma não significa que eu mudei.  O presidente da Ocepar foi secretário de cooperativismo do Ministério da Agricultura no governo do Lula e não vi ele mudar o pensamento por causa disso. Eu não mudo minha forma de ser por ter ocupado um cargo no governo da Dilma. 

Não são apenas os políticos do PT que estão envolvidos em casos de corrupção. Há denúncias envolvendo líderes do PMDB e do PSDB, entre outros. Aliás, o Senado Federal deixou de cassar o Aécio Neves depois de todas as provas que foram apresentadas.  

Então, é preciso também a gente parar de pensar que honestidade depende do partido. Honestidade depende da pessoa, depende da criação e da formação. Eu sempre fui sério e sempre continuarei a ser sério, seja onde eu estiver. Não é porque ocupei um cargo no Banco do Brasil no governo Dilma que mudei minha forma de pensar, de agir e meus princípios.

O governo Temer anunciou a intenção de privatizar inúmeras estatais, entre as quais a Eletrobras. Como o senhor vê isso?

O.D - Isto é colocar o Brasil à venda. Você vender o setor elétrico, energético, principalmente porque nós sabemos que vêm aí os chineses com todo o dinheiro que têm para investir e comprar nosso setor energético, significa colocar em risco as futuras gerações. 

Quando você tem empresas como Itaipu, Eletrobrás, que são controladas pelo poder público, sabemos que elas podem controlar e regular o preço de mercado. Claro que as empresas privadas devem investir no setor energético. Isso é importante para o país, mas não comprando empresas estatais, porque se nós perdermos o poder de controlar preço de mercado. Quem pagará é do mais pobre ao mais rico no país. 

Quero lembrar que quando quiseram vender a Copel aqui no Paraná, eu fui para a rua para evitar.  O país vive uma derrocada, esta vergonha, e aí as pessoas não condenam que o governo está tentando vender o país para tapar os buracos e os rombos, e ao mesmo, tempo liberar recurso para comprar apoio político no Congresso.  Isso faz parte de um sistema político que não mais representa a população brasileira. 

Eu creio que vender essas empresas de energia é, sem dúvida nenhuma, um grande risco às gerações futuras. Como é falar em vender o Banco do Brasil. O Banco do Brasil exerce um papel fundamental também no controle de juros do mercado, apoiando a agricultura com juros controlados.  Acho que isto é um crime contra o próprio país e contra as futuras gerações.

Na sua avaliação, qual o maior desafio para governar o estado?

O.D - O Paraná precisa retomar sua capacidade de investimento, especialmente para fazer obras de infraestrutura. O Paraná é a quinta economia do País, o sexto Estado em população, o terceiro maior gerador de empregos com carteira assinada e o maior produtor de grãos do país. Precisamos investir na industrialização e, especialmente, na agroindustrialização. Há descompasso entre o que é arrecadado no Estado e o retorno recebido em investimentos do governo federal. Precisamos de investimentos federais em logística, infraestrutura, ensino superior, habitação e em programas sociais.

Precisamos de programas para educação integral e para os jovens, especialmente nas médias e pequenas cidades, para que crianças e jovens ocupem seu tempo em atividades esportivas, de lazer, culturais. Vou ouvir as demandas regiões, as reivindicações de entidades como a Fiep, Faep - que representam o setor produtivo e também os trabalhadores - todos os que estiverem interessados em contribuir com ideias para o plano de governo. 

O pedágio no Paraná é o mais caro do Brasil e os atuais contratos vencem em 2021. Caberá ao próximo governador dar uma solução para o tema. O que o senhor pensa sobre o assunto?

O.D - Da minha parte, o que proponho é uma nova licitação com novo modelo de pedágio. Há quem diga que não há possibilidade de prorrogação dos contratos de pedágio, que esse é um assunto ultrapassado. Isso não é verdade, tanto que estava em discussão e continua em discussão entre várias entidades representativas e no próprio Governo do Estado a possibilidade de renovar as concessões que estão aí. 

E renovar as concessões que estão aí, significa manter este preço até aumentar, pois nunca vi contrato abaixar preço. Então, se renovar os contratos de pedágio, continuaremos a pagar este absurdo de preço que é o mais caro do Brasil. Aí dizem que isto é discurso político. Não, não estou falando que abaixarei o pedágio na marra. Estou dizendo que tem que ser feita uma nova licitação, com novo modelo de pedágio e com contrato transparente para que a população possa conhecer as obras que terão que ser feitas em cada rodovia, se teremos viadutos, se teremos duplicações, se teremos pontes. Tudo isto tem que estar no contrato esclarecido para que a população entenda o que está pagando. 

Hoje nós pagamos sem saber o que estamos pagando, porque muitas das duplicações que eram previstas no contrato, nós nem sabemos quais eram. Aí não são feitas e a população continua pagando. Uma das concessionárias faturou R$ 860 milhões no ano de 2016 e teve um lucro de R$ 250 milhões, mais de 30%. 

Eu pergunto: qual é o negócio hoje no Brasil que dá 30% de lucro? De rentabilidade líquida? Só o pedágio. Então está errado. Tem que haver uma decisão que seja clara neste sentido em se fazer uma nova licitação com um novo modelo de pedágio. Esta é a decisão. 

Quais as possibilidades de alianças, com que partidos o senhor já conversou? 

O.D - Quero deixar claro que não estou discutindo aliança neste momento. Aliança política se faz em cima de um projeto. Nós estamos elaborando um projeto e vamos discutir as alianças no ano que vem. Mas uma coisa, eu afirmo: só aceitarei em nossa aliança política com partidos que pensem assim como eu. Política moderna tem que ser aquela que eu sempre fiz: com seriedade, respeito à população, e com eficiência do Estado que hoje está precaríssima. Neste momento, as alianças partidárias têm um papel secundário e a legislação eleitoral tem que ser respeitada